ALERTA: Uma a cada 12 pessoas no mundo pode ter hepatite B ou C, sem saber. Não há sintomas e o vírus não é detectado em exames de rotina. Tem certeza que você não tem? Faça o exame, é gratuito.

domingo, 29 de setembro de 2013

Novidades no tratamento da hepatite C

Notícias sobre novos medicamentos contra a hepatite C são sempre bem-vindas, e tenho certeza que alegram os leitores tanto quanto a mim. :) 



Segundo informação do Grupo Otimismo, o Simeprevir acaba de ser aprovado pelo Ministério da Saúde do Japão para o tratamento do genótipo 1 da hepatite C, por enquanto ainda combinado com interferon peguilado e ribavirina. A previsão é que ele também seja aprovado pelo FDA dos Estados Unidos até o final do ano e, em seguida, por outros países - inclusive o Brasil.  

Se você leu nosso post da semana passada, sabe que na segunda fase de pesquisa, o Simeprevir foi combinado com outro medicamento oral, o Sofosbuvire essa dupla pode compor o primeiro tratamento contra hepatite C totalmente oral para o genótipo 1. \o/



Falando em inibidores de proteases e Brasil, a boa notícia da semana por aqui foi a publicação de um novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e Coinfecções - tratamento com Telaprevir e Boceprevir pelo SUS. O novo documento traz simplificações das recomendações, procedimentos e critérios de inclusão no tratamento com os inibidores de proteases, o que tende a aumentar o acesso da população a esses medicamentos. :)


Você pode acessar o novo protocolo no site do Grupo Otimismo

Há alguns dias recebi o seguinte comentário no post sobre a disponibilização dos inibidores de proteases pelo SUS

Esse remédio vai vencer e ninguém viu.
Uma incompetência fora de série.
E vc ainda elogia, minha filha???

Agradeço a visita do leitor ao blog e sua preocupação com a disponibilização dos medicamentos - a qual todos nós que lutamos contra a hepatite C compartilhamos. Eu elogio sim, porque estou vendo as coisas acontecerem. E tenho muita esperança que esse novo protocolo tornará o tratamento mais acessível. Não só elogio, como também agradeço. :)

domingo, 22 de setembro de 2013

Remédios menos agressivos para a hepatite C

Quem já passou pelo tratamento com interferon e ribavirina e não negativou o vírus da hepatite C no organismo tem ciência de que, em algum momento, precisará repetir o tratamento. Afinal, por mais agressivo que sejam os remédios, sua ação não se compara à do vírus em nosso corpo - principalmente no fígado, mas também com possibilidade de causar problemas extra-hepáticos, como a artrite. 

Se você tem medo do tratamento e, apesar de ter recebido a indicação de seu médico para iniciá-lo, ainda está relutante, lembre-se que é o vírus que deve ser temido. Só em 2010, as hepatites virais foram responsáveis por 1.445.000 mortes no mundo. Os dados são do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) da Universidade de Washington, que também concluiu que as hepatites mataram mais pessoas do que a AIDS em 117 de 187 países pesquisados. Fonte: www.hepato.com 

No Brasil, os inibidores de proteases já estão disponíveis como arma no retratamento da hepatite C. Recebemos no blog algumas reclamações de pessoas que não estão conseguindo acessar esses medicamentos pelo SUS. Se é o seu caso, você pode buscar seus direitos na justiça. O Grupo Otimismo divulga orientações sobre como fazê-lo em Como proceder quando existe necessidade de uma ação judicial para conseguir o tratamento da hepatite B ou C?, inclusive trazendo modelos de ações judiciais para download.    

No entanto, se você ainda não tem indicação para um retratamento por enquanto (ou seja, fibrose menor que F2), as perspectivas são muito boas. Sabia que talvez você nem chegue a utilizar os inibidores de proteases Telaprevir e Boceprevir? Isso porque existem novos medicamentos muito promissores já em fase avançada de pesquisa. 



Eu sempre brinco que no meu próximo tratamento quero apenas tomar balinha, nada de injeção dolorida! ;) Os tratamentos para hepatite C livres de interferon devem chegar ao mercado nos Estados Unidos até 2015. Deve demorar um pouquinho mais para chegarem ao Brasil, mas assim que aprovados pela Anvisa - o que no caso do Teleprevir e Boceprevir aconteceu rapidamente, já fica passível sua obtenção por meio de ação judicial. 

Confiram abaixo artigo de Carlos Varaldo publicado hoje sobre o tema: 


Em quanto tempo o Interferon, o Boceprevir e o Telaprevir ficarão obsoletos? Fonte: www.hepato.com


Tudo indica que tratamentos para hepatite C livres de interferon, totalmente de uso oral, chegarão ao mercado rapidamente. Tais medicamentos serão das empresas Gilead e AbbVie.

Gilead espera aprovar no FDA (Estados Unidos) o Sofosbuvir já no final do ano. O Sofosbuvir ainda depende do interferon no tratamento do genótipo 1, mas outra droga da Gilead deverá solicitar aprovação no inicio do próximo ano, o Ledipasvir, permitindo tratar a hepatite C sem interferon quando utilizado combinado ao Sofosbuvir. Pessoalmente estimo que já no final de 2014 ou no primeiro semestre de 2015 esteja no mercado dos Estados Unidos.

Também no final do ano o Simeprevir da Janssen deverá ser aprovado pelo FDA para tratamento do genótipo 1, mas para ser utilizado combinado com o Interferon. Mas um estudo de fase 2 que combinou o Simeprevir com o Sofosbuvir mostrou que a utilização da combinação de ambos dispensa o interferon, assim de forma "off-label", isto é, sem registro ou qualquer aprovação em consensos, já estará logo disponível nos Estados Unidos o primeiro tratamento oral do genótipo 1.

AbbVie, uma empresa da Abbott, se encontra na fase 3 de um ensaio clinico incluindo 2.600 pacientes de um tratamento totalmente oral, livre de interferon. O tratamento é realizado com a combinação de 3 medicamentos, com ou sem ribavirina, mas livre de interferon. Possui autorização do FDA para pesquisa rápida. Estimo que no segundo semestre de 2014 estejam solicitando a aprovação e deverá chegar ao mercado dos Estados Unidos em 2015.

Estou muito otimista, pois com esses dois primeiros medicamentos para tratamento da hepatite C e a opção "off-Label" do Simeprevir/Sofosbuvir e, muitos outros medicamentos que logo virão a seguir de outras empresas farmacêuticas, posso prever que em 2015 o interferon, o boceprevir e o telaprevir deixaram de ser utilizados na maioria dos tratamentos da hepatite C.

Mas vamos entender que minha previsão é referente aos Estados Unidos e alguns outros países que se aprovados nos Estados Unidos rapidamente os autorizam para comercialização.

Em vários países podem existir longas esperas para conseguir a aprovação. Vamos colocar como exemplo como funciona no Brasil.

Primeiro é solicitado o registro na ANVISA, processo que pode levar se tudo correr bem uns seis meses.

Aprovado o medicamento pela ANVISA e o preço na CMED o medicamento passa a ser comercializado, podendo ser vendido em farmácias, mas para ser introduzido no sistema público deve ser solicitar a aprovação na CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde) a qual tem até 9 meses de prazo para decidir se aprova o uso no SUS, ou não.

Imaginando que é feita a recomendação para utilização no SUS o ministério da saúde terá mais seis meses para proceder a sua aquisição e alguns meses mais para efetuar a distribuição aos estados.

Bom, por aqui, já sonhando em Português, meu otimismo é bem menor ao constatar que se tudo correr de forma normal, sem as idas e vindas que muita vezes a burocracia impõe, levará aproximadamente dois anos após a aprovação nos Estados Unidos para ter tratamento oral gratuito nos hospitais do SUS do Brasil e em muitos países em desenvolvimento.

Mas assim mesmo, sou e sempre serei um otimista, pois se todos juntos lutarmos para acelerar os prazos para aprovação no Brasil e em outros países, já que eles são prazos máximos, não existem impedimentos em cada esfera para aprovar mais rapidamente.


Carlos Varaldo

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Grupo de Apoio Hepatite C em Brasília

Quer receber informações sobre hepatite C e trocar experiências com outros infectados e familiares?

Em Brasília, procure as reuniões do Grupo Candangos do C, que são realizadas no segundo sábado de cada mês. A participação é gratuita! 

Local: Hospital Universitário de Brasília - HUB - L2 Norte 604/5
Sala 4 do Prédio da Administração (térreo)
Contato: oc10001@yahoo.com.br



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Hepatites: sem perceber, você pode ter

Ministério da Saúde faz campanha para orientar a população a procurar os testes das hepatites B e C.

Por se tratarem de doenças muitas vezes sem sintomas, a maior parte dos infectados nem desconfia que é portador do vírus.

Veja onde fazer o teste de hepatite B e hepatite C gratuitamente: Centros de Testagem e Aconselhamento

Assista o vídeo da campanha abaixo:


Vacine-se contra a Hepatite B.
Peça para seu médico o exame que detecta a Hepatite B. É muito importante.

Não descuide da sua saúde. Faça os exames das hepatites B e C

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Hepatite C: (des)informação propagando preconceitos

Que caminho deve ser percorrido ao receber um diagnóstico de hepatite C? O que é essa doença? Como preveni-la? Como é o tratamento? 

A advogada Graziele Cristina Guimarães responde essas questões de forma clara em seu trabalho (DES)INFORMAÇÃO PROPAGANDO PRECONCEITOS: A INCLUSÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE HEPATITE C, cujo foco é analisar as formas de discriminação social vivenciadas por portadores de hepatite C no Brasil, principalmente em decorrência da falta de informação que, por vezes, torna-se uma forma de omissão do Poder Público ao não fornecer acesso universal e igualitário aos serviços de saúde.  

Foto: CC Ricαrdo

O estudo, de leitura indispensável para portadores de hepatite C que querem conhecer seus direitos, traz inclusive orientações sobre obtenção de tutela jurisdicional, por meio da qual juízes, Defensoria Pública e Ministério Público vêm suprindo as omissões estatais, nas palavras da Doutora Graziela: "dedicando-se aos valores estampados em nossa Constituição Federal, pois, acima de tudo, ter saúde representa ter dignidade e dignidade humana, princípio pelo qual se funda nossa Constituição."


RESUMO: O presente trabalho presta-se a discutir que a falta de informação contribui para a propagação de preconceitos e discriminações contra portadores de Hepatite C no Brasil e que a efetividade do direito à saúde atrela-se, na maioria dos casos, à tutela jurisdicional. Inicialmente, aborda-se a doença, suas formas de transmissão e tratamento. A partir daí, analisa o papel do Estado desde o seu surgimento até a concepção atual de Estado Constitucional, passando a examinar o princípio em que se funda o ordenamento jurídico brasileiro: a dignidade humana. Continua analisando os direitos fundamentais, abordando o direito à saúde como um direito fundamental social. Desta forma, discute que a falta de informação passa a ser uma forma de omissão do Poder Público em não fornecer aos portadores o acesso igualitário à assistência universal à saúde, descumprindo assim, seu papel fundamental no Estado Democrático de Direito. Partindo destas premissas, analisa os instrumentos que asseguram o direito à vida e dignidade destes cidadãos. Por fim, destaca que é medida fundamental a implantação de ações afirmativas, a fim de que haja a inclusão social destes cidadãos na sociedade brasileira.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Benefícios da vitamina D na hepatite C

Muito tem sido falado sobre os benefícios da suplementação de vitamina D no acompanhamento de portadores de hepatite C. Sua utilização durante o tratamento ainda não é consenso entre médicos e pesquisadores, mas vários estudos sugerem que seu uso pode trazer bons resultados. 

Considera-se, por exemplo, que existe maior possibilidade de cura da hepatite C nos infectados com os genótipos 2 e 3 que possuem níveis mais elevados de vitamina D. Faltam estudos confirmatórios, mas suspeita-se que a vitamina D também possa ser benéfica na redução da esteatose (gordura no fígado) e ainda diminuir a possibilidade de desenvolvimento de câncer de fígado.

Mas o que já está confirmado é que a vitamina D melhora o metabolismo e está associada a menor inflamação. Menor nível de vitamina D = maior fibrose no fígado.

Estudo realizado na Itália em 260 infectados com o genótipo 1 confirma pesquisas anteriores que mostram que a vitamina D exerce um efeito protetor, inibindo a proliferação de células estreladas e sua ativação profibrogenica.
Concluem os pesquisadores que a vitamina D tem, portanto, um papel relevante em pacientes infectados com hepatite C, e seu metabolismo é regulado por vários fatores ambientais, em particular pela ação direta da luz do sol. Fonte: www.hepato.com 

Apesar disso, manter os níveis de vitamina D satisfatórios no organismo não é tarefa fácil. Grande parte da população em geral (41%) apresenta níveis inferiores a 20 mcg/L. Nos pacientes com problemas hepáticos, esse número é ainda maior:   

  • Nas fibroses F0 ou F1, o nível inferior a 20 mcg/L atinge 63% dos pacientes.
  • Nas fibroses F2, F3 ou F4 (cirrose), o nível inferior a 20 mcg/L atinge 73% dos pacientes.

Aumentar os níveis de vitamina D requer cuidado com a alimentação e, muitas vezes, suplementação. Sem esquecer da necessidade de tomar um solzinho diário para fixar a vitamina. Para saber mais sobre o assunto, não deixe de ler: A vitamina D na hepatite C.


Muxama de atum - cc Can the Can Lisboa


Fonte: Comentários do 2º Congresso nas Controvérsias nas Hepatites Virales
Berlim, Alemanha - 18, 19 e 20 de outubro de 2012

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Hepatite C não é DST, diz Ministério da Saúde

A hepatite C é uma doença sexualmente transmissível? Embora as pesquisas sugiram que não, o assunto é controverso. Frequentemente jornais e revistas divulgam informações equivocadas, classificando erroneamente a hepatite C como uma DST.


Quando me referi a esse assunto em entrevista ao programa Cenas do Brasil em abril deste ano, o Diretor-adjunto do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde Eduardo Barbosa confirmou ao vivo: "a hepatite C não é uma doença sexualmente transmissível" (veja vídeo abaixo). 




Então porque o site do Departamento trazia até o início deste mês a seguinte informação: "para se prevenir da hepatite C, usar preservativo em todas as relações sexuais"? o.O

"Trazia", pois nos últimos dias foi ao ar um novo texto: 

A transmissão sexual do HCV entre parceiros heterossexuais é muito pouco frequente, principalmente nos casais monogâmicos. Sendo assim, a hepatite C não é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), porém entre Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e na presence da infecção pelo HIV, a via sexual deve ser considerada para a transmissão do HCV. Fonte: www.aids.gov.br


Essa foi uma questão que as ONGs de hepatites solicitavam revisão há 5 anos e fico feliz por ter, de certo modo, tido a oportunidade de participar - mesmo que de forma bem modesta. Acompanhem os últimos acontecimentos:  


  • Em fevereiro deste ano, o jornal Estadão veiculou reportagem com o título SUPER-CONTAMINADORES, que iniciava assim: "A hepatite C, doença sexualmente transmissível, (...)"

  • Ao escrever para a editora do jornal solicitando correção da matéria, conforme sugerido pelo Grupo Otimismo, recebi a seguinte resposta: 
Prezados

Bom dia. Segundo o Ministério da Saúde a Hepatite C é sim transmissível por via sexual. Esta não é, porém, a principal via e a matéria tratava justamente disso. Portanto, não há motivo algum para correção. Seguimos as diretrizes de saúde pública vigentes no país.  O Ministério da Saúde recomenda o uso de preservativo para evitar a contaminação. Ela é minoritária, chega a até 4% dos casos, e é mais frequente no sexo entre homens. 

Por favor, consultem o site do MS



Atenciosamente

Ana Lucia Azevedo

  • No mês seguinte, quando estive presente fisicamente no Departamento de DST-AIDS e Hepatites Virais pela ocasião do lançamento da Campanha do Dia da Mulher tive a oportunidade de relatar o ocorrido e questionar o texto divulgado no site do Departamento. A percepção que tive foi enviada por email a Carlos Varaldo, presidente do Grupo Otimismo, naquele mesmo dia: "O fato é que houve uma abertura explícita para colocarmos isso em discussão. E eu acho que deveríamos aproveitá-la." 

  • Retomei esse assunto em minha fala na palestra no Hospital Universitário de Brasília em 13/07/2013. Varaldo palestrava sobre a importância do controle social e usei-o como exemplo de como poderíamos nos envolver na luta contra a desinformação nas hepatites. Relatei o ocorrido com o Estadão e meu questionamento ao Departamento. 

  • 06/08/2013 Email do Grupo Otimismo aos associados:
Hepatite C é sexualmente transmissível?

Hoje enviamos e-mail ao Departamento DST/AIDS/Hepatites para que que na página sobre hepatite C seja retirada do final do texto a TAG que diz ser a hepatite C uma doença sexualmente transmissível, uma DST.
Sempre que uma matéria jornalística colocava que a hepatite C é uma doença sexualmente transmissível e tentávamos uma retração, respondiam que assim se encontrava no site do ministério da saúde, em http://www.aids.gov.br/pagina/hepatite-c  e nada mais podíamos fazer para consertar o erro.
Observamos que muita coisa está mudando para melhor no Departamento DST/AIDS/Hepatites desde que assumiu a nova direção, pois em poucas horas recebemos resposta a nosso e-mail, a página foi imediatamente retirada do ar e, uma nova redação será colocada nos próximos dias.
Já era hora, pois reclamávamos disso há uns 5 anos e nunca fomos atendidos. Obrigado aos novos gestores do Departamento para contribuir a diminuir o estigma e discriminação dos infectados com hepatite C.

  • 29/08/2013 Email do Grupo Otimismo aos associados:
O Departamento DST/AIDS/Hepatites atendeu a solicitação colocando na sua página na internet novos textos para as hepatites, desta vez de forma correta em relação a transmissão sexual da hepatite C, não mais a considerando uma DST, tal qual o consenso mundial.
No segundo paragrafo da página está explicado que: a hepatite C não é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST).
Veja com seus próprios olhos em http://www.aids.gov.br/hepatites-virais
É gratificante confirmar que muita coisa está mudando no Departamento DST/AIDS/Hepatites. Após quatro anos ignorando o movimento social as ONGs agora estão sendo ouvidas e respeitadas.
Obrigado Dr. Fabio Mesquita e Jorge Eurico por atenderem em menos de três semanas o apelo que realizei no dia 5 de agosto.

Juntos podemos vencer as hepatites!


A união faz a força! 
foto de Eduardo Rosa 72 (cc)

Com esse relato queremos, além de comunicar uma vitória em relação ao combate à desinformação quanto a hepatite C, mostrar como cada um de nós pode contribuir mesmo que um pouquinho na luta contra essa doença. Participe! 


PS: Quando dizemos que a hepatite C não é considerada uma doença sexualmente transmissível, não estamos querendo dizer que você não deve usar preservativo nas relações sexuais. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Você tem muitos motivos para continuar usando (ou passar a usar!). Esse é outro assunto polêmico que convidamos você a discutir conosco: Falando francamente sobre camisinha.