Uma em cada 12 pessoas no mundo pode ter hepatite B ou C, sem saber. Não há sintomas e o vírus não é detectado em exames de rotina. Tem certeza que você não tem? Faça o exame, é gratuito.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Erradicação da hepatite C

Vejam que interessante... "O baixo risco de transmissão do vírus da hepatite C, tão somente através do sangue, e seu difícil contágio na atualidade fazem prever que a doença acabe se erradicando por si mesma."

Essa declaração foi feita na reunião anual da Sociedade Européia para o Estudo do Fígado, e está veiculada no site www.hepato.com. Vale a pena dar uma passada no site para conferir a piadinha sobre o Ministro da Saúde conversando com o Ministro da Previdência (seria cômico se não fosse trágico).

Conclusão: hepatite C então é doença de velho??? E eu que me achava tão jovem... Fazer o quê? :)

6 comentários:

  1. viver sempre, desistir nunca27 de abril de 2009 18:56

    Isso pode ser um problema, o maior deles. Os laboratórios terão "motivação" para investir em uma doença que estará erradicada em alguns anos, com quase ausência de novos casos?

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  2. É verdade, "viver sempre, desistir nunca", isso pode ser um dificultador. Infelizmente, no mundo de hoje ainda prevalece o aspecto econômico.
    Mas vamos esperar que, ao calcular o retorno de seus investimentos, os laboratórios considerem os milhões de "clientes" (já diagnosticados ou que ainda o serão nos próximos anos). Espero que, no final da "conta", o retorno a curto prazo influencie na decisão.
    Obrigada por trazer esse interessante aspecto para a nossa reflexão.

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  3. viver sempre, desistir nunca30 de abril de 2009 17:35

    Vi o blog da Claudia, Partilhar-C. Um belo exemplo de luta e solidariedade ao marido. De parceria. Deve ser muito bom para ele. Ela disse que ele fez um primeiro tartamento, depois iniciou um segundo. Flor, o que você sabe sobre a Unesp Botucatu?

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  4. A Cláudia é um exemplo do que eu falava no post sobre casamento. Com certeza, toda a sua dedicação fazem diferença nesse momento que a família vive. Não a conheço pessoalmente, mas gosto de acompanhar o seu blog. A única referência que tenho da Unesp Botucatu são nos relatos dela, que me causam uma boa impressão. Mas, por estar tão longe, não tenho maior conhecimento. Me parece que é um exemplo do que eu dizia sobre "médicos": não basta prescrever o remédio e acompanhar os dados clínicos, é preciso cuidado, desvelo.
    Site da Unesp: www.fmb.unesp.br
    Blog da Cláudia (partilhar-C): veja o link em "Tem a ver com esse blog".

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  5. Oi, Ana Paula,
    fico emocionada toda vez que leio um post seu neste blog. Você está de parabéns por tanta garra e perseverança.
    De repente, você se tornou muito importante para mim...porque descobri, nesta semana, que tenho o vírus da hepatite C, sem nunca ter tomado transfusão de sangue. Estou ainda sem chão...
    Nesta quinta-feira terei minha primeira consulta médica a respeito do tratamento. O médico já me disse :"não temos pressa"!"Não temos" quem, cara pálida? Eu estou com muita pressa! Tenho quase cinquenta anos...
    Bem, nos vemos por aí...Muita força!
    Cris

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  6. Cris, conheço bem essa sensação de estar sem chão, de se perguntar se isso está mesmo acontecendo com a gente.

    Não dá mais pra se falar em grupo de risco. A maior parte da população está exposta, de alguma forma, ao vírus.

    Se você descobriu o vírus nessa semana, ainda deve haver alguns exames a fazer antes de definir o tratamento. Sei que essa espera é angustiante pra pessoas que, como nós duas, querem resolver a situação logo.

    Mas uma das coisas que a hepatite está me ensinando é ter paciência (não sou uma aluna das mais aplicadas nesse quesito, mas chego lá!).

    No meu caso, levei ainda 3 anos para iniciar o tratamento. Consultei uns 5 médicos diferentes para me sentir mais segura.
    E agora, que não respondi aos remédios, tenho que esperar ainda mais: quem sabe o lançamento de um novo medicamento?

    Enfim, continue nesse caminho: pesquisando, se informando. Tenha paciência e, acima de tudo, muita fé.

    Estarei por aqui sempre que precisar.

    Um abraço!

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